
Desde que o mundo é mundo. Nós homens, tentamos entender o que querem as
mulheres. Muitos filósofos já tentaram responder tal coisa, mas morreram antes mesmo que
chegassem a uma conclusão lógica ou palpável. Na concepção de muitos homens assim como
na minha. É muito complicado dizer o que se passa na cabeça de uma mulher, em muitos
períodos do dia, ou da sua própria vida.
No namoro ou noivado até mesmo em um casamento, não é diferente. Sempre ouvimos
dizer que a mulher sempre tem razão nas coisas que falam que são mais centradas, corretas e
mais inteligentes que os próprios homens. Não podemos descartar que sim, as mulheres têm
uma capacidade de raciocínio mais rápido do que nós homens. Porém, sempre dizer que as
mulheres estão certas, não é a melhor escolha, se formos analisar.
Muitas mulheres ao lerem esse texto, irão rotulá-lo como PRECONCEITUOSO E MACHISTA,
acho que nós homens devemos ter liberdade de expressão de nossas idéias, tanto quando
uma mulher tem seu direito de votar, trabalhar, etc. Não a diminuindo-o, mesmo porque,
quase metades da economia dos países são feitas pelas mulheres que trabalham fora de
carteira assinada, sendo assim, acho que elas têm sua importância perante a sociedade.
O mais interessante, é que toda mulher, por mais complicada e incompreensível que seja. Ela
consegue nos envolver e flertar com nosso juízo, com um simples olhar ou um sorriso. Talvez,
a resposta para tal pergunta; Afinal, o que querem as mulheres? Seja mais obvia que nós
homens, possamos imaginar. Talvez elas só queiram alguém que as façam sentir-se bem,
amadas, respeitadas e com quem possam contar...
Pensando bem, mulheres são muito complicadas, sim, isso é fato. Mas nós homens,
complicamos mais as coisas, porque somos machistas e teimosos demais, para nos rendermos
a tais encantos e belezas. Quem sabe “Albert Einstein”, não sabia a resposta, mas preferiu
deixá-la por responder? Se for isso mesmo, nós não saberemos, infelizmente.
Resumindo, mulheres são complicadas, são difíceis de entenderem, porém nós não vivemos
sem elas...
Obrigado!
Diogo Costa.

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